23 de agosto de 2015

Leigh Nash restorna e mostra a todos de onde veio

Após 4 anos sem apresentar trabalhos novos em sua carreira solo, Leigh Nash (a vocalista do Sixpence None The Richer) apresenta seu novo single "Doing It Wrong" e nos dá uma lição de como fazer uma boa canção pode e deve às vezes ser simples.

O novo single traz a característica de Nash e do Sixpence, mas com uma batida mais rock dos anos 70. É um sermãozinho de como se deve chegar numa garota como ela e como ser muito auto-confiante pode atrapalhar.

Com um álbum cheio de regionalidade, ela apresenta canções inspiradas em seu estado natal nos entregando canções mais pessoais do que nunca.

A música já está disponível no Spotify e nas principais plataformas. A faixa faz parte do novo álbum que deve ser lançado em 18 de Setembro com o título "The State I'm In" (nada mais adequado).


Outra faixa que já foi disponibilizada foi "Somebody's Yesterday": traz uma musicalidade + excentricidade da voz de Nash. Uma mistura deliciosa. Vale conferir! Além disso o site da Pledge Music já está com o disco em pré-venda, incluindo uma versão autografada e com acesso a conteúdo extra. Gozei, gente!

28 de fevereiro de 2015

O esperado retorno de duas Rainhas


O ano mal começou e já temos datas de dois lançamentos super aguardados por milhares de fãs. As duas Rainhas soberanas anunciaram oficialmente seu retorno. Uma com um álbum inteiro de inéditas que virá em 3 versões. Outra com uma coletânea de músicas inspiracionais que traz 4 faixas inéditas.

Amy Grant, 54 anos. Leva o título de Queen of Christian Music nas costas desde o finalzinho dos anos 70, quando começou sua carreira. É impossível falar em Música Cristã sem mencionar Amy. Esse gênero ganhou força e popularidade graças ao trabalho dessa artista e compositora. Apesar de diversos hiatos em sua longa carreira, Amy sempre nos presenteia com novos projetos. Sua última surpresa foi um álbum comemorativo de remixes que trazia seus hits dos anos 90 e algumas faixas de seus dois últimos álbuns mixados por DJs da atualidade, mostrando que a "véia" Amy tá atualizada, queridinho!

Agora a velha Amy (sem trocadilhos) nos informa que vem aí um 3º álbum Hymns & Faith. Quem lembra do maravilhoso projeto lançado em 2002 que trazia regravações de músicas consideradas hinos? O Legacy ... Hynms & Faith ganhou um sucessor em 2006 chamado Rock of Ages ... Hymns & Faith com mais hinos e versões inéditas de clássicos, incluindo alguns da própria Amy.

O novo álbum deve chegar a todas as lojas americanas no dia 14 de Abril deste ano e recebe o título de Be Still And Know ... Hymns & Faith. Segue a mesma fórmula de seus dois anteriores, mas na verdade é uma copilação do que há de melhor deste projeto e traz aparentemente apenas 4 faixas inéditas. Confira a lista completa divulgada pela própria Amy em seu Facebook:


1. Power In The Blood
2. Be Still And Know
3. Jesus Take All of Me (Just As I Am)
4. Rock Of Ages (Featuring Vince Gill)
5. Carry You
6. This Is My Father’s World
7. El Shaddai
8. Joyful, Joyful, We Adore Thee
9. It Is Well With My Soul / The River’s Gonna Keep On Rolling
10. My Jesus, I Love Thee
11. Deep As It Is Wide (Featuring Sheryl Crow and Eric Paslay)
12. What A Friend We Have In Jesus / Old Rugged Cross / How Great Thou Art
13. ‘Tis So Sweet To Trust In Jesus
14. Softly And Tenderly
15. Holy, Holy, Holy


Curioso foi a Amy ter incluído "Deep As It Is Wide" que está em seu último trabalho 100% inédito, How Mercy Looks From Here, lançado em 2013. Os fãs estão empolgados e ao mesmo tempo frustrados com mais uma coletânea. Mas não podemos forçar. Compor não é um trabalho aleatório. Tem que haver inspiração e muito trabalho. Lembram que quantos anos ela levou pra finalizar o Simple Things? That's what I'm talking about, folks!

Mudando para a nossa segunda Rainha: Madonna. Dispensa apresentações. Aos 56 anos de idade e levando o título de Queen of Pop desde os anos 80, Madonna anunciou oficialmente que seu novo disco Rebel Heart chega as lojas do mundo todo em Março deste ano e que terá 3 versões diferentes: standard, deluxe e super deluxe, porque de deluxe o mundo da música já está muito cheio. Confira as capas dos três na ordem que mencionei:



Madonna tem se empenhado na divulgação do novo trabalho. Fez sua primeira performance de Living For Love (escolhida como 1º single) no palco do Grammy e protagonizou uma lamentável apresentação de retorno ao BRIT Awards quando acidentalmente foi derrubada do 3º degrau do palco devido ao laço de sua capa Armani que não soltou durante o início da apresentação.

A imprensa mundial tem elogiado seu retorno e dito que este é o melhor álbum de Madonna. Após vários vazamentos a Rainha do marketing resolveu disponibilizar 6 faixas para quem fizesse a pré-venda do iTunes e mais 3 após a performance do Grammy. Em gravação para o programa de Jonathan Ross ela afirmou que fará turnês este ano e que esta se encerrará em Fevereiro de 2016 quando então ela dará início as gravações de mais um filme. Preparados? God save the Queen!

E é assim que meu ano de 2015 ganha vida e eu ganho mais um razão para continuar vivo aguardando esses lançamentos! :)

22 de outubro de 2014

Sobre o "25" da Crystal Lewis


25 anos de carreira é uma marca pra se comemorar. Poucos artistas resistem ao peso do tempo, principalmente se forem artistas do meio cristão. Crystal Lewis é uma das poucas que conseguiu sobreviver a tal desafio sendo praticamente uma artista independente.

Crystal foi responsável por trazer o R&B a música cristã contemporânea. Qualquer estilo originário dos movimentos gospel só era incorporado a musicalidade da comunidade negra americana. Até hoje o negócio ainda é erroneamente dividido por lá. Pode-se dizer que ela foi a primeira a colocar um DJ pra mixar uma faixa e gravar feats. com rappers. "What A Fool I've Been" do álbum Fearless (o meu preferido e mais maduro, na minha opinião) ilustra bem esse exemplo.

Mas não foi só na sonoridade que ela se destacou. Apesar de ter letras bem fundamentadas na fé cristã e mais explícitas e diretas, diferente de outros artistas do mesmo gênero que já flertaram com o pop secular, Crystal sempre manteve um visual mais moderno que seus colegas. É até difícil de acreditar que alguém com um visual tão cool, com CDs de encartes tão lindos e super bem produzidos possa ter elaborado um DVD tão medíocre como foi o More Live. Mas este é um caso a parte. O conjunto da obra compensa, e muito, o resultado final.

Por ser nascida na Califórnia, Crystal também foi uma das primeiras a lançar álbuns bilíngues. Alguns de seus títulos tiveram versões em espanhol. Com a mesma potência e uma fluência incrível, ela não perde pra nenhuma Jaci Velasquez. Vale dar uma conferida na coletânea La Colección, que traz os grandes hits em espanhol. O disco Oro é um primor e contém músicas já conhecidas pelos brasileiros na voz de Fernanda Brum como "Por Un Momento Así".

E se você está lendo sobre essa jovem senhora casada, mãe, compositora, cantora, produtora ... vale a pena dar uma "googlada" ou correr no Spotify e ouvir algo da Crystal! :)
Se você for um homossexual que curte pop, indie, whatever ... e ainda acha que nunca ouviu nada desta louca, basta saber que "People Get Ready" é a música que a Katy Perry está cantando no documentário "Part Of Me" numa das cenas mostrando sua adolescência em Cristo.

21 de agosto de 2014

Amy Grant repaginada pras "novinha"

No dia 19/08/2014 foi lançada a mais nova coletânea de uma das maiores artistas da música cristã. Conhecida como The Queen of Christian Music, Amy Grant está para o gênero cristão assim como Madonna está para a música pop. Sendo assim, é óbvio que quando sabemos que Amy está prestes a lançar algo novo, existe um grande frenesi em torno de especulações e em busca de informações sobre o que ela pode estar preparando. Não foi diferente com o "In Motion: The Remixes".

Em meados de julho na página oficial da Amy no Facebook começaram as postagens nostálgicas dos anos 90, mais precisamente da era do "Heart In Motion", disco que marcou a sua carreira impulsionando-a para o meio secular e atingindo um novo público. Fato este que levou Amy a receber convites para se apresentar ao lado de nomes como o Destiny's Child e Cindy Lauper. Em 1986 ela já havia ganho certa visibilidade ao emplacar ao lado de Peter Cetera o grande sucesso Next Time I Fall In Love. Baby, Baby foi um marco em 1991, atingindo 1º lugar no Billboard Hot 100. Concorreu ao Grammy nas categorias Best Female Vocal Performance e Record and Song of the Year. Não levou os prêmios, mas isso deu a Amy uma grande força no mainstream.

Todo este saudosismo trouxe várias ideias e Amy que acabou se juntando a produtores e remixando suas faixas dos anos 90, adicionando um toque da atual Amy dos anos 2000. Assim nasceu o seu novo trabalho que vou tentar descrever por aqui, ainda que meio frustrado e decepcionado.


  • That's What Love Is For (Radio Edit)

Demos a partida aos batidões de buatchy. Não sou muito fã do gênero e talvez por isso não tenha aceitado bem essa repaginada que foi dada nas faixas. Acho que está soando muito desesperador. Alguma crise de meia-idade? Não sei. Achei desnecessário. Achei que destruiu a beleza da canção. Achei "quero ganhar tanto dinheiro quanto ganhei nos anos 90".


  • Stay For Awhile (Radio Mix)

É talvez uma das músicas mais simbólicas lançadas pela Amy. Originalmente sendo lançada como inédita de sua primeira coletânea de grandes sucessos em 1986. O remix encorpado e de batidinha agradável soa menos insuportável que o da primeira faixa, até você chegar no refrão e ver que tem mais farofa por aqui.


  • You're Not Alone (Radio Edit)

Teve seus arranjos vocais desmembrados da canção original dando um ar de gospel contemporâneo mesclado com o melhor batidão que você vai ouvir na boate Babylon de Queer As Folk. Uma das músicas com a mais poderosa mensagem da Amy destruída pelo batidão.


  • Every Heartbeat (Radio Edit)

Talvez tenha sido a mais bem sucedida faixa deste álbum, após Baby, Baby. OK ... tem um tuntz, tuntz do batidão, mas não perdeu a energia original.


  • Better Than A Hallelujah (Gospel Radio Edit)

Também ganhou arranjos gospel e ficou muito bem, obrigado! Um loungezinho gostoso. Tipo música que você coloca pra receber convidados, beber, comer e conversar. Alguma coisa tinha que ser boa nesse CD, né?



É praticamente um mash-up de Girl Gone Wild (Justin Cognito Remix). Sem mais comentários! Escutem a faixa da Amy a partir do minuto 1:18 e depois ouçam Madonna! OK ... não chega a ser mash-up, mas foi a mesma fórmula (risadas em Cristo).


  • Baby, Baby (Radio Edit)

Foi a escolhida para primeiro single de divulgação do In Motion: The Remixes. É bem boa, apesar de manter a MESMA BATIDA da maioria das faixas do disco!


  • Say Once More (Radio Edit)

O que dizer desta faixa? A música original é linda! É algo que morro de vontade de cantar um dia pra alguém. Aqui na versão remix temos mais Babylon, mais Meet Music & Lounge, mais Bispa Sônia. #EntendedoresEntenderão


Bispa Sônia curtiu isso!

  • Out In The Open (Radio Edit/Bonus Mix)

Começa muito boa e depois advinha o que aparece: A MESMÍSSIMA BATIDA das faixas anteriores!


  • Stay For Awhile (Destination Mixshow Edit/Bonus Mix)

Foi a única música que ganhou dois remixes no álbum. Aparece por aqui como faixa bônus com elementos de arranjos da faixa original dos anos 80 numa batida eletrizante e bem melhor que a primeira. Gostei!


  • Mega Mix (Medley/Bonus Mix)

Um pouco de todas. Quase 9 minutos da mesma batida!

No geral eu dou nota 4,5 por ser um álbum nostálgico e pelo que essas músicas representam na vida de muitos e na carreira da Amy. Mas tenho certeza que a Bispa Sônia daria nota 10!



20 de julho de 2014

Dia do Amigo

No Brasil, Uruguai e Argentina comemora-se hoje o Dia do Amigo. A data que marcou a chegada do homem a Lua (oi?) é a data escolhida para troca de mensagens e para lembrar-nos da família que podemos escolher: nossos amigos.

Eu poderia compartilhar imagens bonitinhas no Facebook, postar fotinhas no Instagram ou enviar dezenas de mensagens instantâneas no What's App, mas quem me conhece sabe que não sou muito de fazer esse tipo de coisa. Não menosprezo quem envia mensagens, pelo contrário, adoro receber! Mas queria fazer algo maior e mais pessoal. Pensei em várias músicas que amo e que representam bem os amigos que tenho e, por favor, não confundam amigos com contatos de uma rede social. Amizade é algo bem diferente disso e não acaba com a distância, mas se fortalece ainda mais. E sim, fiz muitos bons amigos nas redes sociais, portanto sintam-se representados também! Espero que entendam a mensagem! ;)

Resolvi dedicar uma canção aos meus verdadeiros amigos. Não vou citar nomes, porque cada um deles vai saber de cara do que estou falando e de como eu me sinto.
Por isso clique aqui e ouça o que preparei pra você! :)


Obs.: A data mundial para se comemorar o Dia da Amizade é 30 de Julho.

5 de junho de 2014

Amy Grant & Cristina Mel - Quase a mesma coisa, SQN!


Passeando pelo Centro da cidade esses dias encontrei uma raridade. Na verdade não era tão raro assim porque foi uma versão remasterizada do álbum Age To Age da Amy Grant. Raro seria ter encontrado o vinil de 1982. Mas era um disco que eu ainda não tinha em CD, só em cassete e MP3.

Esse trabalho da Amy lançado originalmente em 1982 fez muito, mas MUITO sucesso e foi como um divisor de águas na sua carreira. A Age To Age Tour ganhou um VHS. El Shaddai faz parte deste trabalho e ganhou em 2001 o prêmio de "Canção do Século" certificado pela RIAA e regravada por vários artistas.

Mas falando em regravações, em 1990 Cristina Mel estava lançando o 'Tá Decidido, seu primeiro disco pela gravadora Bompastor. 7 das 10 faixas eram da Amy Grant. Cristina fez versões de I Have Decided, Raining On The Inside, Got To Let It Go, The Prodigal (I'll Be Waiting), Tomorrow, In A Little While e Arms Of Love. 5 das 7 músicas da Amy que a Cristina gravou eram do disco Age To Age. Ufa! Que amor, hein?!!

Enfim ... lembrei disso e queria compartilhar, porque são "quase" os mesmos discos. Vale dar uma garimpada na internet e conferir essas preciosidades. Oldie, but goodie!

29 de janeiro de 2014

Álbum do dia: The Collection (Amy Grant)

Como sou uma pessoa desocupada e há meses não escrevia nada nesse blog, resolvi começar uma série de posts onde falarei um pouco da história dos discos, álbuns, CDs que possuo (chamem quando quiser). Não só a história do álbum em si, mas o que as músicas deles significam para mim.

Vou começar esta série de posts falando do The Collection da Amy Grant.
Esse disco foi lançado originalmente em 1986, quando muitos de vocês que ainda leêm esse blog nem eram nascidos ainda. Mas só entrou na minha vida em meados de 1998, quando uma grande amiga da escola me apresentou Sing Your Praise To The Lord. Eu amei de cara pela introdução clássica e ascendente seguida de uma batida pop simples e encantadora.

Não demorou muito pra eu dançar freneticamente Love Can Do, já tendo uma quedinha por ritmos dos anos 80. Os arranjos de Stay For Awhile até hoje me surpreendem. Ambas foram lançadas como inéditas na coletânea. As demais são copilações de trabalhos anteriores, onde o Age To Age se destaca com 4 faixas presentes.

Esse disco na verdade é a primeira coletânea lançada pela Amy e trás faixas de seus 9 primeiros álbuns. Sim! Em 1986 ela já tinha seis discos de estúdio, dois ao vivo e um natalino. Começou cedo a garota, mais precisamente em 1977, com seu debut auto-intitulado.

Foi através dessa coletânea que conheci a Amy e me apaixonei. Em 1998 tudo o que eu ouvia era esse disco gravado num cassete. Hoje ele me leva de volta àquela época maravilhosa que deixou saudades.

9 de setembro de 2013

Obrigado, gente!

Os últimos meses que tenho vivido têm sido tão corridos que nem tive tempo de agradecer vocês. Essa nova etapa na minha vida começou a ser construída lá atrás e muitos de vocês nem acompanharam toda a trajetória, mas participaram e colaboraram. Não tem como citar o nome de cada um de vocês, mas creio que quem colaborou sentirá que fez a diferença e se sentirá representado lendo este agradecimento.
Sou uma pessoa muito ligada a música. Gosto de música e muitos momentos foram fortemente marcados por alguma. O que vou tentar fazer aqui é tentar separar os períodos e mostrar como cada um deles foi um divisor de águas e vários recomeços.

Quando ouvi falar sobre "modelos mentais":
Num mini-treinamento de couching ouvi falar pela primeira vez em "modelos mentais" e logo associei ao clipe da música de auto-ajuda da Katy Perry. Foi marcante e deixou saudades. Quem lembra sabe!





Quando o tempo acabou e eu tive que me despedir:
Nada dura para sempre. Temos que identificar quando cada etapa da nossa vida termina. Os sinais são fáceis de traduzir. Difícil é acertar e se arriscar sem medo do desconhecido. Vale a pena!





Quando tomei a decisão:
Estava indo pro trabalho quando decidi fazer participar da minha mudança. Tinha acabado de baixar o novo álbum da Amy Grant e estava ouvindo-o pela 1ª vez a caminho do trabalho. Quando "Not Giving Up" começou a tocar eu logo lembrei de quem sempre me dava apoio e conselhos como ninguém (ela sabe que é ela). A música fala o seguinte:


Se você acha que vai fracassar 
Provavelmente você vai fracassar  
Então me diga: esse sonho todo foi pra quê?
E se você pensa que vai perder
Provavelmente você vai perder
Então me diga: que sentido faz tentar?
Você vai encontrar o que procura
Acontece a qualquer momento

Eu não desisto
Não desisto de você
Você pode dizer que já chega
Mas não vou parar de te ligar
Eu não desisto
Não desisto de você
Não desisto de você

Quando seu frágil coração está partido
E sua confiança abalada
Posso dizer que já passamos por isso antes
O primeiro passo é difícil de dar
Mas é uma escolha que você deve fazer
Quando a vida o espera logo após daquela porta aberta
Queria que você enxergasse isso
Da mesma forma que pode me ver

Oh, não faz muito tempo

Você me apoiou




Quando se despediram de mim:




Meu muito obrigado! :)

22 de agosto de 2013

Renner aposta em marca jovem e lança a Youcom

Com o intuito de alcançar o público jovem consumidor de fast fashion nasce a marca nacional Youcom, administrado pelo mesmo grupo que a Lojas Renner. A grife substitui a marca Blue Steel (agora comercializada apenas nas Lojas Renner) e promete abrir pelo menos 14 filiais até final de 2013.


18 de maio de 2013

O que achei do novo álbum da Amy Grant

Após 10 anos sem um trabalho composto 100% por canções inéditas, Amy Grant está de volta. E eu só pude ouvir o álbum 3 dias após o seu lançamento por motivos de ~falta de tempo pra baixar~! Gostaria de descrever faixa-a-faixa esse novo e tão aguardado trabalho, mas não sei se serei preciso o suficiente.

A princípio eu achei o álbum bem nostálgico. É um disco tranquilo e reflete bem o momento atual na vida e carreira da Amy. Ela prova que a idade só acrescenta, demonstrando amadurecimento com sabedoria. Não dá pra comparar a Amy de 2013 com aquela garotinha tímida de 1977 lançando seu 1º LP auto-intitulado. Tudo mudou, e ela mesma faz questão de frisar o quanto mudou! O que continua a mesma coisa é sua fé, sua voz e seu jeito de cantar quase que sussurrando.

How Mercy Looks From Here começa com uma faixa animada. If I Could See (What The Angels See) nos preenche de esperança e fala de fé. Daquilo que sabemos que está lá, mas não vemos. Apenas sentimos. Às vezes essa incapacidade de ver é o que constrói muralhas e nos impede de contemplar as maravilhas que nos aguardam. Engraçado, né?

Better Not To Know (com Vince Gill) é a primeira faixa com colaboração deste CD, que aliás está repleto de participações especiais. Apesar de 5 das 11 músicas terem participações, estas são bem discretas e sutis. O que prevalece é a voz da Amy. Nesta faixa Amy e seu marido Vince falam sobre coisas que seria melhor que não soubéssemos. Como que "nada permanece igual, as coisas vêm e vão, dizemos mais 'adeus' que olá', é melhor nem sabermos".

Don't Try So Hard (com James Taylor) foi escolhida para ser primeiro single e você mal vai notar a presença do James Taylor nela. Como disse antes, são participações bem sutis. Aqui Amy nos lembra que não precisamos nos cobrar tanto, pois Deus já nos deu sua graça e não há razão para acharmos que não a merecemos. Somos lindos até mesmo com nossas cicatrizes!

Em Deep As It Is Wide (com Sheryl Crow & Eric Paslay) vemos vozes bem divididas em uma canção maravilhosamente linda descrevendo o que imagina-se ser o Paraíso (I Can Only Imagine Part II?). Esse disco está rico em baladinhas com violão. Amy está mais Country do que nunca.

Here nos mostra que Deus está em todo lugar. A considerei uma das faixas alegres do disco. Aqui você não vai encontrar nenhuma batida Pop como no Simple Things. Ele está mais para Behind The Eyes sem a batida Folk, mais puxado pro Country MESMO!

Shovel In Hand (com Will Hoge) foi a primeira faixa do How Mercy ... que me fez chorar (assim, quase aos prantos mesmo). Amy fala da experiência de ver o filho de 19 anos cavando o túmulo para enterrar o seu melhor amigo. Preciso dizer mais alguma coisa?

Seguindo para a próxima, temos Golden. Confesso que no refrão eu lembrei do MIKA. A música fala do quanto se é precioso por ser amado. FIM! É linda!

A 1ª coisa que pensei quando ouvi Our Time Is Now (com Carole King) foi que agora eu tenho uma musiquinha nova e animada pra ensinar os meses do ano pros meus alunos! Depois lembrei que não sou professor de inglês! A música é ótima, animada e fala de como o tempo é uma ilusão, maldição e que passa rápido. Então nosso tempo é o agora, OK?!!

Not Giving Up foi a 2ª música que me fez chorar. Parece que foi escrita pra mim e que a Amy ACREDITA MUITO EM MIM. "Se você acha que vai perder, então provavelmente perderá! Qual o sentido de continuar tentando então? Se você acha que tem uma chance, então realmente terá uma chance. Espero que saiba que acredito em você!" TE AMO, AMY! BEIJOS!

How Mercy Looks From Here não foi primeiro single, mas foi apresentada pela Amy ainda no ano passado. Bem tranquilamente ela fala sobre uma sobrevivente de uma enchente em 1991 que perdeu tudo e de como ela vê a misericórdia divina em sua posição. Não sei quem é essa sobrevivente. Não é a primeira vez que Amy narra algo sobre algum(a) amigo(a). Lembram de Ask Me do Heart In Motion, né?

Greet The Day encerra o disco com clima de celebração e te convida a estar junto dos que você ama e dos que te amam :)

Mas ainda temos as faixas bônus (que são uma delícia de tão boas)! Não falei que achei álbum nostálgico? Pois é ... em Free a própria Amy relembra do passado com nostalgia e alegria.

Faith lembra Third World Woman.

Threaten Me With Heaven é uma encantadora melodia fundamentada no banjo.

E aí? Já baixou o seu? Aqui no Brasil ele provavelmente será distribuido pela CanZion (mesma que lançou o Somewhere Down The Road), mas ainda não tem data de lançamento. Oremos!