5 de setembro de 2008

[ ... triste verdade ... ]

Esses dias tenho pensado muito em como valorizamos algumas coisas na vida, mas vejo que o que mais importa são as pessoas que passam por ela. Mais interessante ainda é que muitas destas pessoas só passam. Outras ficam. E tem ainda as que não ficam, mas deixam uma marca profunda.

É intrigante ver que o ser humano pode viver muito bem sem alguém que posteriormente pode se tornar quem mais desejará ter ao lado e não se imaginará sem, após conhecer. Esse alguém torna-se parte da gente de uma forma indescritível.

Isso é assustador e muitos temem tanto que se negam a viver e não se permitem experimentar esta sensação. Ou até experimentam, mas por algum motivo começam a criar um antídoto contra esta "dependência". A realidade é que você passa a ser parte daquela outra pessoa a qual ama (ou pelo menos quer ser). Mas e se a tal pessoa não quiser ou não estiver mais disposta a aceitar isso pra ela? O que fazer? Não se pode obrigar alguém a se entregar.

E mesmo que tudo esteja bem, há sempre a triste verdade: Nada é para sempre!
Não sei se fico feliz por amar ou se acabo com minha dor e desejo ter um coração de pedra.
Alguma sugestão?
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